Kadinsky

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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

MAIO'68

11 e 12 de Abril de 2008
Tradução Simultânea - Entrada Livre
Mais informações: lisboa1968@gmail.com (+351) 21 311 14 68
Descritivo:
Maio de 1968.

Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada.
Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões.
Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio’68 nos conflitos políticos contemporâneos.
Coordenadores:
Bruno Peixe (NÚMENA),
Luís Trindade (IHC),
José Neves (ICS-UL),
Ricardo Noronha (IHC)

PROGRAMA:
11 DE ABRIL
9h30 Sessão de Abertura
10h Maio no Mundo
Fernando Rosas - Teses sobre a geração dos anos 60 em Portugal e a questão da hegemonia
Gerd-Rainer Horn - Um conto das duas europas
Manuel Villaverde Cabral - Maio de '68 como revolução cultural
14h30 Ideias de Maio
Anselm Jappe - Maio de 68, do «assalto aos céus» ao capitalismo em rede. O papel dos situacionistas
Daniel Bensaid - Como será possível pensar que se possa quebrar o ciclo vicioso (da dominação)?
Judith Revel - 1968: o fim do intelectual sartriano
12 DE ABRIL
10h Maio em Movimento
Maud Bracker - Participação, encontro, memória: os imigrantes e o Maio de 68
João Bernardo - Estudantes ou trabalhadores?
Franco Berardi (Bifo) - 68 e a génese do cognitariado
14h30 O Outro Movimento Operário
Xavier Vigna - As greves operárias em França em 1968
Yann Moulier Boutang - Maio de 68, herança por reclamar na divisão de perdidos e achados da História
John Holloway - 1968 e a crise do trabalho abstracto
18h 1968 - 2008
Bruno Bosteels - A revolução da vergonha
François Cusset - Os embalsamadores e os coveiros

Organização: Instituto Franco-Português Instituto de História Contemporânea Le monde diplomatique – edição portuguesa Apoios: FCT Fábrica de Braço de Prata Goethe Institut AntígonaLugar: Institut Franco-Portugais Morada: Avenida Luís Bívar, 91 / 1050-143 LisboaTel: (+351) 21 311 14 00 Email: infos@ifp-lisboa.com Site: http://www.ifp-lisboa.com

os gatinhos que faltam dar:

Aquele que pousa à frente é o macho e a fêmea a que está atrás.
Têm 3 semanas;
Pesam 300 gr.;
Estão desparasitados;
Já brincam;
Já fazem cocó e xixi no caixotinho;
Já trepam pernas acima etc etc
Queres adoptá-los?

Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

aos gatinhos


Numa noite de domingo, fria e ventosa, preparava-me para sair de casa, ao abrir a porta da rua deparei-me com um saco do ikea e pensei: "boa, alguém se esqueceu das compras do ikea aqui", mas para meu espanto não era nem um candeeiro, nem um serviço de chávenas de chá retro, nem nada que se parecesse, eram três gatinhos, esfomeados, que miavam desaustinadamente.
Fiquei revoltada (gente moderna que se preocupa com a decoração fashion lá em casa, mas que abandona animais recém-nascidos), e não podia deixá-los ali, trouxe-os para casa do pedro. Eram lindos, não interessa a cor, o tamanho ou a raça, eram lindos ponto final
Ficámos embasbacados ao vê-los.
Queremos a melhor das vidas possíveis para estes anjinhos que me bateram à porta. Enquanto dava biberão deslumbrei os seus focinhos miniatura com olhos meio fechados de prazer e apaixonei-me. Também a Ira se apaixonou, uma cadela que por norma quando vê gatos na rua vai atrás deles, e não é para dar beijinhos.... é instinto, e quem é que a apanha? Surpreendentemente adoptou-os, lambia-os como se fosse a mãe, deitava-se ao lado deles, eles na sua inocência deitavam as suas agulhas ao nariz da Ira e ela retribuia-lhes com uma lambidela que os fazia andar um metro para trás ... a Ira é uma cadela com mistura de pit bull e dogue argentino, também ela abandonada outrora que teve a maior sorte, ou será que nós é que tivemos sorte por tê-la encontrado? Estamos nós mais conscientes do bem que ela nos faz a todos... ai tão agressiva que ela é!!!
Para minha grande tristeza não posso ficar com nenhum, então uni forças e divulguei a situação. Estou admirada, realmente muita gente mostrou compaixão e tentou ajudar-me divulgando-os aos seus amigos de todas as maneiras possíveis.
A esta altura que escrevo já dei um, ou melhor, uma linda princesa, chamada "sardinha" hihihih. Vou ter tantas saudades deles!!
Inauguro o blog, com este desabafo.
Tem sido uma experiência encantadora.
Queres um gatinho?
Teresa